Colômbia supera o Brasil pela segunda vez

Sonia Racy

11 de agosto de 2020 | 00h53

Não é a primeira vez que a Colômbia cresce por meio de vácuo deixado pelo Brasil. O segundo país mais biodiverso do mundo, além de passar na frente do dono da maior parte da floresta amazônica – como registrou o Estadão ontem –, também ultrapassou no exterior, na década de 80, o café brasileiro. Que já retomou seu posto.

Ambos casos por causa de incompetência política.

Nos is

Conforme antecipado pela coluna no dia 15 de junho, o BTG confirmou ontem que Mansueto Almeida, ex-secretário do Tesouro, aceita integrar o time do banco a partir de janeiro.

Diz que não…

As fotos de Márcio França com Bolsonaro na Baixada Santista, que circularam pelas redes sociais, não incomodaram o PSB, segundo Carlos Siqueira. “Politicamente, não há nenhuma relação” entre os dois.

Alega que ambos estiveram juntos sexta-feira “para tratar de tema humanitário, donativo para o Líbano”. E lembra que Lúcia, mulher de França, é de origem libanesa.

Da década

Em 2019, o TST viu aumentar em 56% os casos em tramitação, de 253 mil para 396 mil. Atribuem esse resultado à reforma trabalhista, ao desemprego e à implantação do processo eletrônico.

De grão…

José Vicente, da Universidade Zumbi dos Palmares, e Dias Toffoli, participam de audiência pública, organizada pelo CNJ. Vão debater, quarta-feira, sobre igualdade racial no Poder Judiciário.

O reitor apresenta, mais uma vez, metas do Movimento Ar – criado por ele. A ação de inclusão, iniciada há 40 dias, já conseguiu o fim do “mata leão” praticado pela PM (técnica de defesa pessoal nas abordagens policiais), entre outras coisas.

Em forma

Em setembro, a Todavia lança Suíte Tóquio, de Giovana Madalosso. O livro narra o sequestro de uma criança por uma babá e a busca dos pais em meio a uma crise conjugal.

Esse é o segundo romance de Giovana publicado pela editora. A autora – que é uma das criadoras do projeto Memorial Inumeráveis, dedicado à história de cada uma das vítimas do coronavírus no Brasil – publicou em 2018 Tudo Pode Ser Roubado – obra finalista do Prêmio São Paulo de Literatura.

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