Cloro na piscina

Sonia Racy

28 de novembro de 2013 | 01h06

Para explicar melhor o recente e polêmico decreto de Dilma que prevê intervenção em acervos privados, Angelo Oswaldo, do Instituto Brasileiro de Museus, se reúne hoje em SP, na casa de Luisa Strina, com artistas como Cildo Meireles, Waltercio Caldas e Antonio Henrique Amaral, além de advogados.

A seu ver, o ato governamental não afeta os direitos de propriedade dos colecionadores – que estão apavorados com o que ditam as duas leis regulamentadas. Na leitura de advogados contratados pelo setor privado, o movimento do Ibram abre espaço para grandes problemas jurídicos e econômicos.

Cloro 2

Há até colecionador comparando o decreto a outro parecido, editado por Hugo Chávez, na Venezuela, para colocar as mãos na coleção da família Cisneros, com quem esteve brigado por anos.

O ato veio tarde demais. As obras já haviam saído do país.

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