Cloro na piscina

Sonia Racy

09 de setembro de 2010 | 18h01

Alexandre Schwartsman, do Santander, não titubeou depois da divulgação da Ata do Copom, ontem, justificando a decisão tomada semana passada de manter a taxa em 10,75% ao ano. “Se alguém tinha alguma dúvida, a mensagem do Banco Central foi clara: não há intenção de subir juros no curto prazo”.

O BC foi assertivo na sua visão positiva sobre a trajetória inflacionária.

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