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admin

02 de agosto de 2009 | 06h00


O momento para Raquel Arnaud é de mudança de penas. Fecha seu atual espaço para abrir nova galeria na Vila Madalena, que, além de seu acervo, também vai incluir o espólio de Sergio Camargo. “Estou tendo que dominar minha ansiedade”, conta a galerista, que acaba de dar o start na obra. Crise? Nada disso. Está animada para receber a mostra de Frida Baranek, sábado. “A primeira individual dela no Brasil, depois de 17 anos.”

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