Classificado 2

Sonia Racy

30 de setembro de 2011 | 23h08

Aliás, a exigência de conteúdo nacional nos automóveis brasileiros teve endereço certo: Sergio Habib, com seu sócio chinês JAC, além da Caoa.

E mais: a montadora da China não poderá aproveitar a brecha aberta pelo governo Dilma para o Uruguai (sai, semana que vem, decreto confirmando isenção do país das regras). A cota de exportação de lá para cá, definida em 20 mil unidades por ano, é um limitador fatal.

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