Claques do Brasileirão

Sonia Racy

06 de dezembro de 2011 | 23h01

Antes da cerimônia do Craque do Brasileirão, Mano Menezes declarou à coluna seu voto em Tite, mas quem levou o troféu de melhor técnico foi a dupla Ricardo Gomes/Cristóvão Borges, do Vasco. No final da noite, o treinador da Seleção alfinetou: “Acho que o melhor é sempre quem conquista o título”.

Já no palco, Aldo Rebelo se perdeu na procura pelo teleprompter. Achou. Alckmin, por sua vez, provocou desconfianças. Começou a anunciar o melhor meia-direita antes de receber o envelope com o nome do eleito – teve de “enrolar” por quase dois minutos até o dito cujo aparecer.

Sobrou também para Leandro Vuaden, melhor árbitro do Brasileirão. Ao anunciar o troféu de Craque da Galera, Marco Maia (gremista roxo) bateu: “Premiar o Vuaden depois do pênalti que ele marcou no Grenal de ontem…”. Entre amigos, o presidente da Câmara voltou à carga: “É o que dá fazer eleição antes de o torneio acabar”.

“E o Craque da Galera é… Dedé, do Vasco!”. Mas, cadê Dedé? O zagueiro estava no set montado ao lado do Auditório, dando entrevista para Galvão Bueno. Humilde, declarou à coluna: “Achei que o Neymar ia ganhar fácil!”

Ausências? O próprio Neymar (eleito Craque do Brasileirão) e Borges, artilheiro do campeonato – ambos voando para o Japão. Ah, e Roberto Dinamite, presidente do Vasco, que… não recebeu convite da CBF.

Coincidência ou não, o site da Confederação estampava, ontem, foto do ex-atacante.

/DANIEL JAPIASSU

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