Mulheres em alta na produção de curtas

Mulheres em alta na produção de curtas

Sonia Racy

18 de agosto de 2019 | 00h20

Há três décadas, o Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo, tocado por Zita Carvalhosa, acompanha as transformações no audiovisual e no mundo. A 30ª edição – que começa quinta-feira – vai exibir 324 filmes em diversas salas de cinema da cidade. Mudanças nesses 30 anos? Muitas. “Hoje, graças à internet e ao streaming, temos acesso a cerca de 4.000 curtas internacionais e brasileiros que são inscritos a cada ano”. A evolução, explica, não foi apenas tecnológica. “Hoje, muito mais mulheres assinam a direção dos curtas. Negros e indígenas também marcam cada vez mais presença neste universo”.

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