Chip acelerado

Sonia Racy

25 de novembro de 2010 | 15h41

Eike Batista não sossega. Negocia, discretamente com a GE e o BNDES, a implantação de uma fábrica de chips em Porto do Açu, no Rio. Se o modelo tripartite andar, terá conseguido colocar de pé um sonho de décadas.

Depois de uma série de tentativas de outros empresários, todas fracassadas, o Brasil teria sua primeira unidade do produto.

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