Childhood

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Sonia Racy

09 de novembro de 2013 | 01h01

Foto: Marina Malheiros

Boa parte do PIB brasileiro dançou. Não, nada a ver com a economia, mas com a pista do salão de festas do Hotel Unique – repleta de empresários e banqueiros reunidos em prol da Childhood, anteontem, em SP.

Nem a rainha Silvia, da Suécia, fundadora da ONG, resistiu.

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Somente o leilão do evento – foram vendidos 27 lotes de vinhos doados à entidade representada no Brasil por Rosana Camargo de Arruda Botelho – arrecadou R$ 780 mil. Fora doações especiais e a venda de lugares em mesas distribuídas numericamente pelo amplo espaço, abrigando quase 600 pessoas.

Cadeira mais barata? R$ 2,5 mil.

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Dois lances chamaram a atenção do público. Não pelo preço, mas pelo desconhecimento geral de quem seria o comprador – que pagou mais de R$ 200 mil.

Googles feitos, descobriu-se um novo empresário no cenário, cujos negócios cresceram muito nos últimos 25 anos. Especialmente em… Angola.

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De última hora, a rainha Silvia resolveu abrir seu castelo para passeio guiado especialmente por ela. Venceu um empresário do setor de sapatos, por R$ 54 mil.

E o crucifixo de brilhantes da mais cobiçada joalheria do mundo, a Graff, saiu por R$ 60 mil.

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