A queda de Eike, de sonhador a foragido

Sonia Racy

27 Janeiro 2017 | 01h30

De novembro até a semana passada, Eike Batista se mostrou para lá de entusiasmado com seis novos projetos montados por ele – entre os quais o da pasta Elysium, que trata da regeneração do esmalte do dente, e outro de bagaço de cana para gerar energia.

Além destes novos horizontes, seu otimismo vinha do término das negociações para rolar as dívidas de suas empresas. “Não devo mais um só tostão”, garantiu à coluna em conversa reservada, em 2016, no seu escritório na Praia do Flamengo. “Assim que esses projetos estiverem amadurecidos, vou torná-los públicos”, afirmou.

Reclamando muito da imprensa e dos seus ex-auxiliares – “todos eles saíram ricos do grupo…” – o empresário carioca, desde ontem procurado pela Interpol, deu sinais claros de que acreditava, sim, ter dado a volta por cima…

Telinha

Eike passou o dia, ontem, checando seu… WhatsApp.