Celebridades duplicam os prêmios do leilão de Neymar

Celebridades duplicam os prêmios do leilão de Neymar

Sonia Racy

21 de julho de 2018 | 00h58

NEYMAR JR. E BRUNA MARQUEZINE

NEYMAR JR. E BRUNA MARQUEZINE. FOTO LUCIANA PREZIA/ESTADAO

As camisas autografadas por Pelé já começaram arrematando R$ 110 mil no leilão do Instituto Neymar Jr., mas foi Bruno Gagliasso que inaugurou anteontem, no terceiro lote, a moda da noite: dobrar o prêmio disputado, abrindo margem para um segundo ganhador – e mais dinheiro arrecadado. Quando o leiloeiro decretou a compra, por R$ 120 mil, da viagem para Fernando de Noronha a convite de Gagliasso e Giovanna Ewbank, o ator apontou para uma mesa e disse: “Posso falar? Eles querem também. Então, pelo mesmo valor, vocês estão convidados por mim.”

O desfecho foi comemorado por Bruna Marquezine e a prática se reproduziu ao longo da noite. A viagem com Paris com Neymar foi arrematada pelas mesas 42 e 37 – cada uma pagando R$ 125 mil. O encontro com Silvio Santos também teve dois ganhadores. Um deles: Gloria Maria. “O sonho da minha vida é conhecer o seu pai”, declarou a Patrícia Abravanel, que apresentava o lote. Neymar Silva Santos, pai do craque e vice-presidente do instituto, explicou à coluna que as necessidades pelas quais a família passou foram determinantes para que eles fundassem uma entidade, voltada a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. “Nós fazemos parte daquela sociedade ali. Eu consegui educar os meus filhos e livrá-los de umas coisas, mas as armadilhas ainda estavam lá”, explicou.

Na noite – que reuniu, entre outros, Pedro Bial, Serginho Groisman, Juliana Paes, Sabrina Sato, Isis Valverde e Laura Neiva – o leilão do instituto conseguiu arrecadar R$ 3,5 milhões, R$ 1 milhão a mais que em 2017, estreia do evento.

A Copa da Rússia não chegou a ser abordada na cerimônia, mas era o assunto mais perguntado aos futebolistas presentes. Apesar de achar que o Brasil saiu cedo demais da disputa, o técnico Vanderlei Luxemburgo contou à coluna que está otimista com 2022: “Acho que o Brasil está no caminho certo ao manter o Tite. Esse elenco vai estar 80% na próxima Copa e há grande possibilidade (de conquistar o hexa)”. Ele disse que fazia tempo que não encontrava Neymar: “Vi pela última vez numa mesa de pôquer!”

Não faltaram, no evento, alguns engasgos. Dois lances tiveram que ser refeitos. Em um caso, o comprador inicial descobriu que não poderia viajar nas datas oferecidas. Em outro, o leiloeiro citou motivo inusitado: “Não foi identificado o comprador.”

Uma vez no palco, Patrícia Abravanel passou a cobrar lances do presidente do Paris Saint-Germain, Nasser Al-Khelaïfi, a quem ela chamava de “xeique”. Depois de alguns convites provocativos, disse ter sido informada de que Al-Khelaïfi chegou a fazer uma doação muito generosa ao Instituto Neymar Jr e o parabenizou. / PAULA REVERBEL

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