Caso Cristiane Brasil caiu com Gilmar por engano e seguirá com Cármen Lúcia, diz STF

Sonia Racy

22 Janeiro 2018 | 19h56

CÁRMEN LÚCIA

CÁRMEN LÚCIA. FOTO: NILTON FUKUDA/ESTADÃO

Foi por engano que o STF distribuiu ontem – por sorteio – o caso Cristiane Brasil para o ministro Gilmar Mendes. Segundo apurou a coluna, ele tinha de ir mesmo é para Cármen Lúcia – que decidiu contra a posse. “Foi um erro da seção judiciária. Não notaram que esse caso é uma atribuição da Presidência”, informou à coluna a assessoria do tribunal.

E mais: a ministra continuará cuidando do caso na volta do recesso, em fevereiro.

Por quê? Porque é à Presidência que cabem os casos de usurpação de competência do STF.

É disso que se trata. Os advogados que entraram com a ação alegam que o STJ, ao liberar a posse da deputada, roubou a competência do STF.

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