Cara nova: Nove

Cara nova: Nove

Redação

26 de setembro de 2009 | 06h17

Parte da nova safra de artistas urbanos descobertos por galeristas, o grafiteiro começou a pintar há 10 anos, nas ruas da Zona Norte. Pouco a pouco, passou dos muros às telas. Hoje, junta as duas formas de trabalhar: reutiliza suportes encontrados na rua, para dar à sua pintura um caráter moderno e sustentável. O pseudônimo (prática comum entre esses artistas), NOVE, surgiu de uma série de coincidências que ligam esse número a episódios de sua vida. E foi por meio de coincidências, também, que seu trabalho foi parar na Galeria Choque Cultural, onde pode ser visto até quarta. Cada obra da mostra exprime, segundo o artista, “uma narrativa diferente”. Mas com uma característica em comum, definida pelo próprio: “Busco a interação com o espaço. Não quero carimbar nada.”

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