Cara a cara

Sonia Racy

16 de julho de 2013 | 01h09

Os empresários e banqueiros que se reuniram, sexta, com Guido Mantega em São Paulo – Abilio Diniz, André Esteves, Cledorvino Belini, João Castro Neves, Luiz Trabuco e Marcelo Odebrecht– saíram com uma opinião de consenso.

É preciso trabalhar, principalmente por parte do governo, tanto expectativas econômicas quanto comunicação.

Cara 2

Para Abilio Diniz, “a situação da economia é difícil, mas não é tão complicada como se fala. Os fundamentos continuam bons”, disse, lembrando que terrível mesmo, no Brasil, foram os anos 80.

“Alguém se lembra que a dívida externa teve de ser renegociada, que a inflação bateu índice de 2 mil por cento ao ano? As pessoas têm memória curta.”

Cara 3

Abilio elogiou a posição “inusitada” do ministro de querer ouvir a iniciativa privada.

O mesmo fez Belini. “Sempre é bom trocar ideias”, declarou o presidente da Fiat. “O diálogo foi franco e aberto e, pensando nas características pessoais, Mantega tem uma visão clara do crescimento econômico aliado à harmonia social”, ponderou Trabuco, do Bradesco.

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