Capital do design

Capital do design

Sonia Racy

31 de outubro de 2014 | 01h11

Foto: Iara Morselli/Estadão

A missão de Waldick Jatobá e Bruno Simões vai muito além de criar um evento de design renomado – algo que eles já conseguiram. O ponto de partida do MADE (Mercado Arte Design) é “descobrir” talentos pelo Brasil. E também aí o projeto vem surtindo efeito. Se em 2013 eram 16 os jovens designers com obras expostas na feira, este ano eles são 28. “É um trabalho de garimpagem que não termina, estamos sempre em busca de novidades”, explica Bruno, cocurador do MADE.O evento – que abre dia 4 para convidados e dia 5 para o público – acontece no Jockey Club e homenageia, este ano, o designer norte-americano Michael Young. Além de reunir algumas das melhores galerias do País bem como coletivos.

“Nesta edição teremos oito espaços de exposição, todos inspirados na arquitetura da Lina Bo Bardi”, conta Waldick. E a feira pode ganhar novos cenários a partir de 2015. Segundo os curadores, o Rio de Janeiro está no horizonte da organização.

“Queremos fazer de São Paulo a capital nacional do design, mas também vamos investir na democratização do projeto, com eventos-cápsula, estilo pop-up, espalhados pelo País”, completa Waldick. /DANIEL JAPIASSU

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