Campanha de Bolsonaro vai usar empresa de estrategista americano

Campanha de Bolsonaro vai usar empresa de estrategista americano

Sonia Racy

13 Setembro 2018 | 01h00

JAIR BOLSONARO

JAIR BOLSONARO. FOTO: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO

A campanha de Bolsonaro decidiu: vai utilizar, reservadamente, os serviços da TZU, empresa de marketing político do americano Arick Wierson, segundo fonte próxima às negociações.

A decisão teria sido tomada anteontem, durante conference call da qual participaram Gustavo Bebianno, Luiz Philippe de Orleans e Bragança mais Eduardo e Flávio Bolsonaro. Além do marqueteiro, claro.

Entretanto, como Bolsonaro não participou da decisão, há o risco de, ao se recuperar do ataque a faca, ele discordar de condição de Wierson para atuar: a retórica amenizada. O estrategista demanda uma defesa da democracia e a pregação de um Brasil para todos, inclusive minorias.

O que exigiria uma guinada na campanha. A ideia ontem seria manter o segredo do acordo até o fim do 1.º turno.

Meio expediente

A equipe de advogados eleitorais do PSL ganhou um respiro. Com a redução dos ataques de Alckmin e a substituição de Lula por Haddad, caiu o volume de ações que a turma protocola na Justiça.

Leia mais notas da coluna:
Proposta de multa da ANTT assusta transportadoras e caminhoneiros
PSL ainda estuda se pede ao TSE para escalar Mourão para debates