Cálice cheio

Redação

06 de outubro de 2008 | 01h17

A crise assusta, mas não chegou a afetar o leilão de vinhos raros em prol da Childhood Brasil, anteontem, na Casa Fasano. Foram vendidos todos os 61 lotes doados para o evento, por valores 60% acima do preço mínimo. Um Vega Sicilia 1998, por exemplo, cotado a R$ 3,5 mil, acabou arrematado por R$ 14 mil, o mais caro da noite.

Quanto aos dois dípticos doados por Vik Muniz, pintados com borra de vinho, houve disputa. Jonas Bergamin e José Olympio Pereira conseguiram, cada um, levar o seu. Bergamin, por R$ 42 mil. E Zé Olympio pagando R$ 41 mil. Preço mínimo estipulado? R$ 25 mil cada. Terminado o leilão, resolveram comemorar em conjunto, ligando, do mesmo celular, para o artista, que está em Nova York.

Feliz, Rosana Camargo de Arruda Botelho, presidente da entidade, fez sua matemática. Arrecadou R$ 420 mil.

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