Caixa planeja financiar imóveis sem índice de correção

Sonia Racy

23 de novembro de 2019 | 00h45

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. FOTO: DANIEL TEIXEIRA/ESTADÃO

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. FOTO: DANIEL TEIXEIRA/ESTADÃO

A Caixa planeja lançar operações de crédito imobiliário, em março de 2020, sem correção atrelada a qualquer índice. A taxa de juros, estimada hoje por alta fonte do banco, seria fixada ao redor dos 9%.
A pelo menos um interlocutor essa mesma fonte explicou que a decisão acabaria com a incerteza gerada pelos atuais indexadores, como a TR e IPCA.

Hoje existe a TR + 6,75%, mas a média dos últimos 20 anos é de TR + 3%. Como o banco empresta por até 35 anos, esse movimento “revolucionará” o “processo”.

Em 2019, o banco cresceu quase 100% em empréstimos SPBE – o fundo poupança. As antigas administrações focavam apenas no MCMV- destinado ao Minha Casa, Minha Vida. A intenção da atual é olhar para ambos, visto que a Caixa está mais capitalizada.

Pré-campanha

Felipe Sabará está contando com os colegas do Novo, os deputados Vinicius Poit, Daniel José e Ricardo Melão, na montagem de sua campanha a prefeito de São Paulo pelo partido.

João Amoêdo, por ora, não tem se envolvido nas pré-campanhas estaduais, dedicando-se mais a gerenciar o “macro”. Não é pouca coisa. Em 2016, aos 5 anos de vida, a sigla tinha 7,5 mil filiados e seis diretórios. Saltou, este ano, para 50 mil integrantes e 60 diretórios.

Concorrência

A Virgin Atlantic, criada por Richard Branson, marcou data para fazer seu primeiro voo ao Brasil: dia 29 de março de 2020. Saindo de Londres e aterrissando em São Paulo.

Cuca fresca…

O Brasil é um dos três países do mundo em que as pessoas mais se preocupam com sua saúde mental. É o que aponta pesquisa da Ipsos para o Dia da Saúde Mental – a ser divulgada na segunda. São 73% da população, mesmo índice do México. No topo da lista está a Colômbia, 76%, Na outra ponta está a Rússia, com 25%.

…e cuca quente

A pesquisa traz outra informação de peso. Chega a 71% a parcela de brasileiros que considera necessária uma atitude mais tolerante em relação a pessoas com doenças mentais. Mas outros 13% acham que o aumento de gastos com serviços de saúde mental “é um desperdício de dinheiro”.

 

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