Cadeiras vazias

Sonia Racy

28 de fevereiro de 2015 | 01h12

Nos meios jurídicos, o que se diz é que Celso de Mello não falava apenas do STF quando reclamou de Dilma pela demora na indicação de novos ministros.

O STJ teve de esperar longo tempo por uma recente nomeação. Além disso, tribunais federais e a Justiça trabalhista continuam “esburacadas”, aguardando, há meses, pela escolha de novos integrantes em suas câmaras.

Cadeiras 2

No caso do Supremo, essas fontes chamam a atenção para um possível risco no horizonte: a vaga que falta preencher é da Segunda Turma do tribunal, que hoje está com apenas quatro ministros.

Assim, poderia terminar em empate, aí pela frente, o julgamento dos habeas corpus de empresários envolvidos na Operação Lava Jato.

E empate significa… liberdade para os julgados.

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