Cachoeira

Sonia Racy

26 de novembro de 2010 | 23h08

Luiza Erundina joga um balde de água fria nas ONGs que defendem o seu nome para o Ministério dos Direitos Humanos. “Fico feliz, mas não existe nenhuma sinalização. A indicação para o cargo passa pelo partido e eu não sou do grupo majoritário”, explica a deputada federal.

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