Buraco fiscal

Sonia Racy

22 de outubro de 2013 | 01h07

Indagado sobre o leilão, um ex-presidente da Petrobrás foi categórico: o modelo é bom, mas sua implementação, não. Criticou, especialmente, o tamanho do bônus exigido: R$ 15 bilhões – oque teria afastado interessados, não permitindo qualquer tipo de ágio na venda do melhor ativo do pré-sal.

Mais: lamenta que a operação não tenha ocorrido em 2015. “Isso vai forçar um superestresse na cadeia de fornecimento nacional, que não tem condição de produzir o demandado nos prazos acertados.”

A razão dessa pressa foi política? “Não, foi fiscal mesmo. Olha aí o superávit primário”, observa o executivo.

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