Bruno Covas considerou ‘suspeita’ atuação do TCM

Sonia Racy

18 de agosto de 2018 | 01h00

BRUNO COVAS

BRUNO COVAS. FOTO: BRUNO ROCHA/FOTOARENA

Bruno Covas considerou “suspeito” o modo como o TCM decidiu suspender a licitação da concessão do Pacaembu. Depois de promover dois ajustes no edital, atendendo a recomendações do tribunal, a Prefeitura dava como certa a autorização do relator do processo, Domingos Dissei – para prosseguimento da licitação, como é de praxe no tribunal.

“Quando o relator dá um parecer positivo a um determinado processo, sua decisão não precisa passar pelo plenário”, explica o prefeito.

Ocorre que, na quarta de manhã, os cinco conselheiros do TCM decidiram, a portas fechadas, que a decisão de Dissei seria submetida ao pleno.

O relator manteve o voto favorável ao edital mas foi derrotado por três votos contrários. O presidente do TCM, o ex-vereador do PT João Antonio, não precisou votar, apesar de ter sido um dos principais articuladores da pressão sobre Dissei.

Quem também foi visto no Tribunal quarta-feira de manhã, participando das articulações, foi o vereador Celso Jatene, ex-secretário de Esportes de Haddad – que também tentou conceder o Pacaembu.

Covas não comenta fala de FHC

Bruno Covas se esquivou de comentar a declaração de FHC à Jovem Pan, admitindo um acordo PSDB- PT caso Bolsonaro vá ao segundo turno. “Fernando Henrique é nosso ombudsman, não há como mandar ele embora.”

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