BRT na mesa

Sonia Racy

01 de agosto de 2011 | 23h10

Dilma bateu o martelo na sexta-feira e o Ministério das Cidades oficializou.

Entre as cidades-sede da Copa, quem ainda não deflagrou seu projeto de mobilidade urbana terá de seguir o modelo acordado na Matriz de Responsabilidade assinada por governo e estados. E se ater ao sistema Bus Rapid Transit (BRT), a ser financiado pela CEF.

Este foi o resultado das conversas durante toda a semana passada entre técnicos do ministério e representantes de prefeitos e governadores. Concluiu-se que não há mais tempo para se pensar em outras propostas. Todas, aliás, mais caras que o BRT.

Exceção a BH e Rio – que já iniciaram obras combinando BRT e a expansão do metrô.

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