Brics terão ‘inteligência comum’ contra terrorismo e crimes financeiros

Sonia Racy

20 de junho de 2017 | 12h22

Um trabalho conjunto de inteligência dos Brics contra o terrorismo, o tráfico de drogas e os crimes financeiros transnacionais foi um dos assuntos principais de Aloysio Nunes em seus três dias na China, antes de desembarcar na manhã desta terça-feira em Moscou, para se juntar à comitiva de Temer.

O debate a respeito da segurança mundial, entre chanceleres da China, Índia, Brasil, Rússia e África do Sul, serviu de preparação para que se tire algum documento na reunião anual do grupo em setembro, quando Temer e os outros quatro presidentes se encontrarão na cidade chinesa de Xiamen.

Em reuniões com ministros chineses sobre economia, o chanceler tratou, entre outras, de exportações do setor agropecuário, dentro de um cenário positivo para o Brasil. O superávit do País no comércio com Pequim foi de US$ 12 bilhões entre janeiro e maio, já ultrapassando os US$ 11,8 bi do ano passado inteiro.

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