Boca de túmulo

Sonia Racy

13 de novembro de 2010 | 21h05

Ganso conseguiu colocar um ponto final ao mal-estar criado junto à Promotoria de Direitos Humanos. O órgão pediu esclarecimentos ao craque depois que, em entrevista a esta coluna em julho, afirmou que no time do Santos não havia jogadores homossexuais “graças a Deus”.

O jogador enviou uma declaração dizendo que não tinha intenções de ofender ou discriminar ninguém.

O promotor Eduardo Valério se deu por satisfeito e recomendou que Ganso não manifeste mais opiniões homofóbicas em público.

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