Biblioteca Brasiliana é ‘vice’ no prêmio Oscar Niemeyer

Sonia Racy

13 de novembro de 2016 | 14h01

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A Biblioteca Brasiliana, localizada na USP, obteve o segundo lugar do Prêmio Oscar Niemeyer de Arquitetura Latino-Americana — criado este ano e que premia as melhores criações de arquitetura do continente. O vencedor anunciado na quinta-feira em Quito, no Equador, foi o Lugar da Memória, museu plantado no bairro de Miraflores, em Lima, no Peru.

A premiação será na quarta-feira, 16,  e os 20 melhores projetos serão expostos a partir desta segunda, na Casa da Cultura de Quito.  

Criada pelo escritório Mindlin Loeb + Dotto e Eduardo de Almeida, a Brasiliana foi o único projeto brasileiro entre os três primeiros. O Prêmio Oscar Niemeyer, bancado pela Rede de Bienais de Arquitetura da America Latina, será dado a cada dois anos, em reconhecimento ao melhor projeto do período, levando em conta a proposta arquitetônica, os recursos tecnológicos e sua relação com o contexto.

Tendo como acervo central a doação da biblioteca do casal Guita e José Mindlin, a Brasiliana abriga a maior coleção particular do País — cerca de 17 mil títulos e 40 mil volumes. O moderno complexo recebeu também o acervo do Instituto de Estudos Brasileiros, IEB, e dispõe de livraria, auditório, sala de exposições e cafeteria.