Bem público

Sonia Racy

22 de outubro de 2014 | 01h01

Quais as razões do atraso na restauração do Auditório Simon Bolívar (que pegou fogo há um ano)? Questionado pela coluna, João Batista de Andrade, presidente do Memorial da América Latina, explica: “Foram várias”.

Entre elas, o laudo do IPT – contratado logo em seguida ao incêndio –, que ficou pronto em maio. “Só a partir daí pudemos elaborar os projetos para licitação, contratando a Companhia Paulista de Obras e Serviços”, diz.

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Por isso, a licitação da primeira obra (jateamento de concreto no teto) só pôde ocorrer em outubro. Segundo Andrade, a diretoria não parou de trabalhar pela restauração “um dia sequer”.

“Sempre sou cobrado pelo governador Alckmin, para agilizar o máximo possível”, conta.

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Andrade afirma que “fixar prazos com tantas variáveis é sempre um risco” e que a ideia é entregar o Auditório no início do segundo semestre de 2015.

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