BB: estômago de elefante

Redação

05 de dezembro de 2008 | 06h00

Juntou a fome com a vontade de comer. O Banco do Brasil, na gestão Lula, aumentou – e como – sua ânsia de crescer. Os bancos privados nacionais, por mais que tenham a mesma vontade de se expandir, estão limitados pela crise mundial de liquidez. Já as instituições financeiras de menor porte estão sofrendo, buscando uma luz no médio prazo.

Foi a senha. Antonio Francisco de Lima Neto, presidente do BB, decidiu que quer comprar ao menos cinco instituições de nichos diferentes, nos quais o banco não tem atuação forte. Como o setor de financiamento de automóveis e o de crédito consignado.

Tem feito ofertas.

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