Bate bumbo

Sonia Racy

16 de setembro de 2010 | 23h10

A frase de Eike Batista esta semana – a de que iria transformar seu conglomerado de empresas em uma “quase Vale”– fez despertar a curiosidade de um economista especializado em privatização.

Contas feitas, descobriu que tratando-se de “nacionalização de ativos”, a Vale ganha longe das empresas que terminam com um X: comprou U$ 3,243 bilhões de participações estrangeiras na última década. Eike, por sua vez, nos últimos três anos, fechou negócios que vão lhe proporcionar nada menos que U$ 9,250 bilhões – só a venda de parte OGX para a chinesa Sinopec Group/ CNOOC está sendo negociada por US$ 7 bilhões.

Com a palavra, Eike.

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