Barato que…

Sonia Racy

13 de abril de 2014 | 01h04

ONGs pró-portadores de esclerose múltipla não entendem por que o Ministério da Saúde ainda não incluiu medicamento de uso oral (já aprovado pela Anvisa) no SUS.

Hoje, o tratamento padrão é feito à base de injeções.

…sai caro

O governo, segundo ONG respeitada, vem pagando três vezes mais pelo medicamento oral graças a ações que perdeu na Justiça, interpostas por pacientes.

A estimativa é de que pelo menos 500 portadores da doença estejam recebendo o remédio por meio de mandados judiciais.

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