Banzai no samba

Banzai no samba

Sonia Racy

03 de março de 2014 | 01h10

Foto: Divulgação

Com um corpo impecável, apesar de toda a cerveja que jura beber – a moça é madrinha do camarote da Brahma, no Rio –, Sabrina Sato levou o Anhembi à loucura, sábado, como rainha da bateria da Gaviões da Fiel. Pouco antes de colocar a fantasia e subir nos saltos, ela trocou algumas palavras com a coluna.

Bebe mesmo cerveja?

Sempre fui cervejeira. Chego ao camarote da Brahma e não saio de perto da máquina de chope.

Como foi assumir um posto reservado a celebridades internacionais no camarote da Brahma este ano?

Quando eles me chamaram, falaram que é porque eu sempre fico me divertindo lá na frente. Assistindo a todas as escolas. Curto o carnaval, mesmo trabalhando (ela desfila hoje como madrinha da bateria da Vila Isabel, no Rio). E já que é ano de Copa, então vamos valorizar os brasileiros, né?

Como será seu novo programa de TV, na Record?

De entretenimento e variedades, não inventei nada. Alguns formatos compramos de fora. E terá entrevistas externas, que eu farei.

Acha que o Pânico humilhava um pouco as pessoas para fazer humor?

Todo mundo está querendo que eu fale algo ruim do Pânico, mas não vou falar, porque sou muito grata. O que vale é bom senso. Com a internet, tudo fica maior, é muito chata essa falta de liberdade para brincar. As pessoas estão se levando muito a sério.

Como rainha da bateria da Gaviões da Fiel, em SP, qual sua opinião sobre a violência nos estádios do Brasil?

Sou a favor de um movimento de paz e amor nos estádios brasileiros.

O que espera da Copa?

Acho que vão dar um… “jeitinho”, o “jeitinho brasileiro”, e fazer a Copa.

E o Brasil vai ganhar?

Claro! /SOFIA PATSCH

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