Ausente no sambódromo, Crivella avisa: ‘A gente sai pra trabalhar’

Sonia Racy

27 de fevereiro de 2017 | 00h40

Marcelo Crivella, primeiro prefeito do Rio a não aparecer na festa, em 33 anos de sambódromo, é também o primeiro, em dez anos desta coluna, a não dar seu depoimento sobre o evento.

Entretanto, fez o que queria: sua equipe registrou nas redes a presença do prefeito, sábado, na Avenida das Américas, checando obra ao lado de seu secretário de  Obras.

“A gente não sai para sambar mas sai para trabalhar”, pontifica o prefeito no vídeo.

Sara Nossa Terra faz ‘festa’ com marchinhas  evangélicas

Enquanto Crivella deixa o carnaval de lado, a Igreja Sara Nossa Terra organiza festa bem a seu modo – para evangélicos de todo o País. Não tem bebida, as marchinhas são inspiradas na Bíblia e o forte é o gospel, no estilo “afé music”.

É a Conferência Jovem 2017 – Nada a Temer, que começou sábado e vai até amanhã.

Temer não quer flashes por perto na Bahia

Por terra e por mar, a vigilância em torno da praia de Inema, na Base Naval de Aratu, na Bahia, é total. Temer, que lá fica até quarta-feira, com Marcela e Michelzinho, não quer saber de gente tentando fotografar a primeira-dama.

Seu único compromisso, nesses dias, será um encontro com o baiano Antonio Imbassahy, seu secretário de Governo.

Cantor da Mangueira paga promessa a NS Aparecida  

Não foi só a Unidos de Vila Maria que “incluiu” Nossa Senhora Aparecida no carnaval. Paulo da Silva, cantor da Mangueira, apareceu no Santuário Nacional, quinta-feira, e deixou na Sala das Promessas o terno que usou na Sapucaí em 2016, quando cantou no enredo para Maria Bethania.

Tema que fez da Mangueira a escola campeã do Rio.

Dória, da avenida para as calçadas

Para João Doria, o carnaval durou um dia. Nas redes, ontem, ele já falava da construção de calçadas na zona leste de SP – o recém-lançado Mutirão Mario Covas.