Ausência propícia

Redação

06 de maio de 2009 | 08h15

A não vinda de Ahmadinejad poupa o Brasil do que o embaixador Celso Lafer chama de “loose-loose situation” – um caso de prejuízo puro. Nos direitos humanos, porque o Brasil defende princípios dos quais ele não partilha. Na briga pelo Conselho de Segurança da ONU, porque o Irã está sob sanções e recebê-lo em nada melhora a credibilidade do Brasil.

E terceiro, porque o programa nuclear brasileiro, voltado para fins pacíficos, só tem a perder com tal aproximação. “Para promover interesses comerciais, não precisa de nenhuma visita oficial do presidente”, resume ele.

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