As razões para Josué rejeitar ser vice de Alckmin

As razões para Josué rejeitar ser vice de Alckmin

Sonia Racy

27 de julho de 2018 | 01h19

JOSUÉ GOMES

JOSUÉ GOMES. FOTO: HÉLVIO ROMERO/ESTADÃO

O mundo da política pode ser surreal mas o da iniciativa privada soma dois mais dois e o resultado é… quatro. Muitos integrantes da iniciativa privada, colegas de Josué Gomes da Silva, apostavam que dificilmente ele aceitaria o convite para ser vice de Alckmin.

Não porque tenha objeções ao ex-governador paulista, mas em respeito à trajetória do vice de Lula, seu pai José Alencar — pelo qual nutre gigante admiração.

E justificavam, perguntando: qual seria a reação “politicamente correta” de Josué no caso de críticas dos tucanos e do Centrão ao PT e a Lula, que certamente serão feitas ao longo da campanha?

Na economia, 
 o mesmo problema

Também em termos de política econômica Josué pensa diferente da maior parte dos empresários brasileiros — que são a favor de um Estado mínimo. Bem como do autor do plano de governo de Alckmin, Pérsio Arida.

Em longa entrevista à coluna, ano passado, o filho de Alencar ponderou que o Estado mínimo “não é solução para um país que tem as desigualdades que tem o Brasil”. Ele acredita, sim, em Estado forte, com a ressalva de “não ser balofo”.

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