Arte em ritmo crescente

Redação

19 de maio de 2009 | 07h50

Fernanda Feitosa comemora a consolidação da sua SP Arte. Sinal disso, a presença de galeristas internacionais que nem tinham sido convidados. E também a do bilionário novaiorquino-venezuelano Gustavo Cisneros, renomado colecionador. Que, impressionado com o movimento de vendas, perguntou: “Não tem crise por aqui?”.

A entrada de novos colecionadores no mercado era assunto corrente. O tríptico de Vik Muniz Nascimento de Vênus, de Botticelli, foi vendido por U$ 140 mil, pela Fortes Vilaça. A galeria, aliás, trocou duas vezes as obras expostas – o que também fizeram Luisa Strina, Eduardo Leme e Mônica Filgueiras, Raquel Arnaud, entre outros. Obras de Mira Schendel espalhadas por várias galerias – apesar do seu galerista ser André Millan – fizeram sucesso no eco da sua exposição, que está no MoMA de Nova York.

Curiosidade: as obras de Jesús Soto e Carlos Cruz – Diez estavam sendo vendidas a preços mais altos do que na Feira de Basel.

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