Arte em papel

Arte em papel

Sonia Racy

27 de abril de 2014 | 01h21

Foto: Paulo Giandalia/Estadão

Depois de a revista bamboo completar quatro anos e se consolidar com umas das principais publicações de arquitetura e design do País, com direito a prêmios internacionais – entre eles o prestigiado IF Design Award 2014 –, Clarissa Schneider acaba de dar mais um importante passo: mergulha no mundo dos livros. Graças a um pedido de João Carlos de Figueiredo Ferraz, que queria colocar sua coleção de mais de 600 obras de arte contemporânea brasileira no papel. Ela topou o desafio e, na última edição da SP-Arte, lançou o livro do Instituto Figueiredo Ferraz. “Nosso compromisso é com a qualidade e excelência. Queremos fazer produtos que as pessoas guardem e se tornem, de fato, objetos de desejo.” O projeto abriu as portas para abamboopara um novo caminho. Outros convites surgiram e a editora já está trabalhando nas obras de dois importantes arquitetos brasileiros – cujos nomes Clarissa prefere, por enquanto, manter em segredo. Mas ela vai além. Enquanto o prelo não para de trabalhar, prepara também a versão dabamboopara iPad.

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