Gilmar adverte congressistas para definir logo financiamento para 2018

Sonia Racy

21 de setembro de 2017 | 01h00

GILMAR MENDES

GILMAR MENDES. FOTO: FABIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL

A partir de um dado crucial de 2016 – o de que cerca de 300 mil dos 730 mil doadores na campanha eleitoral “apresentaram problemas, do tipo incapacidade financeira para doar” –, Gilmar Mendes tem recomendado aos congressistas que o melhor a fazer é chegar logo a um consenso sobre o financiamento eleitoral para 2018.

Foi por isso que, esta semana, Senado e Câmara começaram a correr para definir coligações e, principalmente, buscar novas fontes de recursos. Eles têm 12 dias úteis, até 7 de outubro, para definir a reforma política possível e aprová-la com 3/5 dos votos, quatro vezes.

“Ou isso ou o Judiciário decidirá por nós”, previu um senador.

Ministro prevê cenário
mais complicado em 2018

O presidente do TSE entende que, para eleger presidente, governadores, senadores e deputados, “a complicação tende a ser bem maior”. Num cenário com a presença do crime organizado, “ou temos um consenso logo ou teremos uma tragédia depois”, adverte o ministro

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