Aparente calmaria

Sonia Racy

17 de novembro de 2010 | 23h01

Cercada por quatro seguranças, Íris Abravanel autografou, tranquilamente, seu livro Recados Disfarçados, anteontem, na Fnac. É que uma pequena multidão queria saber sobre o caso Panamericano. Precavido, o empresário Silvio Santos não deu o ar da graça. “É que ele dorme cedo”, justificou um assessor do SBT, em seu esforço para passar um clima de normalidade. E mesmo com o turbilhão que assola a emissora, Íris foi prestigiada. Boa parte do elenco de atores e apresentadores do SBT estava lá.

Silvio deixou perguntas sem resposta. A emissora será vendida? Ratinho acredita que não. “Essa possibilidade é zero. O SBT é a vida dele”, enfatizou, fazendo questão de dizer que não tem só conta no Panamericano. Tem também ações do banco. “Só não compro mais porque não tenho dinheiro.”

O também apresentador Roberto Cabrini tentou reforçar a aparente calmaria na emissora. “Nem penso nisso. No jornalismo nada mudou”.

Isabella Fiorentino, à frente do programa Esquadrão da Moda, realçou o caráter do patrão. “Ele teve uma atitude nobre, tranquilizadora. Encontrei com o Silvio quatro vezes. Ele é intimidador, passo mal, fico com dor de barriga.”

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