Ambientalistas questionam lixão subaquático

Ambientalistas questionam lixão subaquático

Sonia Racy

30 de janeiro de 2019 | 00h50

CAVA SUBAQUÁTICA. FOTO: ACPO.ORG.BR

CAVA SUBAQUÁTICA. FOTO: ACPO.ORG.BR

Enquanto os ambientalistas de Minas travam guerra contra as barragens da Vale, os do litoral paulista questionam a autorização da Cetesp em relação à cava subaquática que as empresas VLI e Ultrafértil implementaram no estuário de Santos (SP).

Petição contra a cava conta com o apoio de 65 entidades, inclusive ONGs, que chamam a obra de “lixão químico submarino”.

A Superintendência do Patrimônio da União de São Paulo chegou a suspender a implantação da obra, mas a iniciativa foi derrubada na Justiça.

Atualização:

A VLI tem em sua composição acionária as empresas: Vale, Mitsui, FI-FGTS, e Brookfield.

A empresa procurou a coluna para reiterar que as obra da cava não é equiparável às barragens de rejeitos de Minas e que todas as etapas do processo foram monitodadas por controles ambientais.

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