Ambientalista pede a Doria urgência na solução para invasão na Jureia

Sonia Racy

17 de julho de 2019 | 12h52

 

JOSÉ PEDRO DE OLIVEIRA COSTA. FOTO: IARA MORSELLI/ESTADÃO

Sobrando tato?

José Pedro de Oliveira Costa resolveu entrar na polêmica sobre casas irregulares construídas na Jureia porque uma delas não foi destruída, conforme determinou a Fundação Florestal.

Como? Levou em mãos ontem, à Casa Civil, no Bandeirantes, carta pedindo a João Doria “urgência na solução para este grave precedente”.

Quem defende a Jureia com unhas, dentes e muita dedicação, desde os tempos do governo Montoro, está com nervos à flor da pele.

Com tato

A Fundação usou seu poder para pedir que a policia ambiental demolisse as três casas — o que foi parcialmente feito  no dia 4 de julho. Uma, porém, foi mantida em pé.

Talvez porque a Policia Ambiental anteviu a  ação da Defensoria Publica, que na sexta-feira, dia 12, obteve decisão judicial para que a terceira casa fosse preservada.

Inclusão

Pedro Guimarães, da Caixa, corrigiu o que ele chama de “erro histórico”. Determinou dobrar, para 2 mil pessoas, os contratados com deficiência física, que antes somavam 1,6% do efetivo.

Passaram para 4%.

Unha e cutícula

Mario Garnero recebe dia 12, na Brasilinvest, para almoço, o prefeito de Miami, Francis Suarez. O encontro faz parte de projeto de aprofundamento da relação entre a cidade americana e o Rio.

Bolsonaro deve recebê-lo, ao lado de Crivella, anunciando o que  batizaram de ‘Cidades Gêmeas”

Politicamente correto

José Roberto Maluf completa o primeiro mês à frente da Fundação Padre Anchieta lançando hoje “chamamento público” com intenção de formar  banco de talentos para a TV Cultura,

Na mira, para seleção, inclusão social, normas étnico-raciais e diferentes identidades de gênero.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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