Amazônia anima ideia de fusão entre PV e Rede de Marina

Amazônia anima ideia de fusão entre PV e Rede de Marina

Sonia Racy

03 de setembro de 2019 | 00h40

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MARINA SILVA E EDUARDO JORGE

MARINA SILVA E EDUARDO JORGE. FOTO: SERGIO LIMA/AFP

Verdes separados

A repercussão mundial das queimadas na Amazônia reacendeu o debate sobre a fusão da Rede de Marina Silva com o Partido Verde.

“O PV e a Rede estarem separados é uma coisa totalmente absurda”, disse à coluna o ex-presidenciável Eduardo Jorge, do PV, lembrando que, quando anda no metrô, as pessoas perguntam se Marina é do Partido Verde.

“Já está na hora de esses dois partidos ambientalistas se fundirem”, acrescenta.

Separados 2

Mas que tipo de fusão? Segundo Eduardo Jorge, o resultado da aproximação deve ser um partido “social-democrata” e “com viés para o liberalismo humanista”.

Divididos

O anunciado apoio do ex-presidente Lula ao nome do ex-ministro José Eduardo Cardozo para disputar a Prefeitura de São Paulo em 2020 não pacificou a disputa interna no PT pela vaga.

Eduardo Suplicy defende a realização de prévias entre todos os partidos de oposição a Bolsonaro.

Proximidade

Apesar da decisão do STJ que abriu caminho para federalizar as investigações sobre a morte de Marielle Franco, as lideranças do PSOL, partido da vereadora morta, não têm defendido a transferência das investigações.

Preferem a Polícia Civil e as autoridades estaduais, com as quais têm maior interlocução. O STJ mandou, semana passada, que a Justiça Estadual do Rio envie uma cópia do inquérito à PGR.

Gasta ou corta?

A Alesp publicou, na sexta, dois editais que preveem gastar R$ 40 milhões em publicidade e gestão de mídias sociais. O gasto já vinha sendo estudado pela Casa e desagradou a funcionários que se sentem prejudicados com as economias da Casa.

Eles acham a iniciativa incoerente, visto que até o contrato da TV Alesp foi enxugado, levando a demissões na empresa contratada.

Rápido, please

Uma “guerra” contra o hábito de deixar projetos dormindo nas gavetas está sendo travada pelo senador Antonio Anastasia. Projeto de sua autoria passou no Senado e agora tramita na Câmara, propondo prazo limite para que uma autoridade dê sua decisão sobre projetos recebidos. Depois disso, o caso vai à autoridade superior.

Tira-gosto

A chef Morena Leite tem hoje compromisso especial: recebe em seu Capim Santo 40 cozinheiros do Bom Prato, programa alimentar mantido pelo governo paulista.

Vai conversar e dar dicas de cardápios para serem oferecidos durante o SP Gastronomia, que acontece em outubro.

A vez do “fora”

Depois de pedir Fora Collor, Fora FHC e Fora Temer, a UNE, comandada pelo PC do B, hesita em levantar a bandeira do Fora Bolsonaro. “Essa ainda não é nossa bandeira, mas pode vir a ser”, garantiu o presidente da entidade, Iago Montalvão, que organiza os atos da oposição para o 7 de setembro.

Já a “trégua” entre a UNE e o ministro da Educação, Abraham Weintraub, acabou. “Vamos pedir o Fora Weintraub. Não há mais condição de diálogo com ele”, disse Montalvão.

 

 

 

 

 

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