Alternativa

Sonia Racy

21 de abril de 2012 | 01h02

O cinema nacional ganha uma alternativa de financiamento. Nizan Guanaes, do Grupo ABC, mais a Procter&Gamble reuniram esta semana, no Rio, produtores, atores e diretores para explicar como usar o merchandising – que começou no cinema com a gigante Procter, em Hollywood, no século passado.

Para tanto, criaram uma tabela que cruza informações, como tempo e quantidade de salas de exibição do filme, transmissão por TVs a cabo e aberta e, posteriormente, venda de DVDs. A partir daí, obtém-se um público estimado, e o anunciante passa a ter noção mais clara da abrangência da ação publicitária.

Alternativa 2

Para Nizan, isso diminui o caráter de mecenato dos atuais mecanismos de financiamento.

Hoje, existem duas formas clássicas de se fazer cinema no Brasil: o financiamento direto, que envolve grandes empresas ou empresários que se dispõem a ajudar na arrecadação dos recursos, ou os financiamentos oficiais – como leis de incentivo e a Lei Rouanet.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.