Alô, TSE!

Sonia Racy

24 de outubro de 2014 | 01h10

Levante a mão quem não recebeu SMS ou WhatsApp de candidato pedindo voto nesta eleição. O que pouca gente sabe é que é proibido pela Justiça Eleitoral – o político só pode enviar mensagens a eleitores que façam parte de seu mailing.

Na prática, é bem diferente. Empresas especializadas em disparar torpedos de voz ou de texto em massa estão faturando alto. Preço? Varia de R$ 0,80 o SMS ou WhatsApp (para 30 mil pessoas) a R$ 0,50 (1 milhão), em média.

Alô 2

O principal atrativo para os políticos que contratam o serviço? A falta de provas.

É quase impossível rastrear a origem das mensagens – disparadas de fora do Brasil.

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