Aliança de Bolsonaro tem nove semanas para emplacar

Sonia Racy

31 de janeiro de 2020 | 00h45

JAIR BOLSONARO. FOTO SECOM

 

A viabilização da Aliança pelo Brasil, de Bolsonaro, segundo contas de um expert, tem mais desafios pela frente do que alcançar as 492 mil assinaturas – o grupo garante já ter chegado às 200 mil. Uma vez completado o número, o processo é levado ao TSE, que precisará de tempo para conferir se nenhum dos apoiadores está na lista de algum outro partido.

Ato seguinte: a Aliança precisaria passar à frente de outros 70 pedidos que já estão há tempos no tribunal aguardando o mesmo OK. Tudo nas nove próximas semanas – o limite é dia 4 de abril.

Dou-lhe uma…

No seu primeiro leilão eletrônico de gasolina, a Petrobrás vendeu, em pouco mais de uma hora, um “pacote” de 10 milhões de litros da Refinaria de Paulínia. Participaram onze distribuidoras – e quatro saíram vencedoras.

A nova fórmula é vista, pela estatal, como importante alternativa para ofertas adicionais a preços competitivos. Os próximos leilões ofertarão gasolina e diesel produzidos em outras refinarias.

Foco na China

Em tempos de coronavírus, já tem escritório criando serviço especial para orientar empresários brasileiros no comércio com a China. Em parceria com um grande escritório chinês, com cerca de 5 mil profissionais no mundo inteiro, o Nelson Willians Advogados, de São Paulo, vem avaliando, para clientes, formas de enfrentar as consequências da epidemia e impacto nos negócios na Ásia.

Um dos focos: manter boas relações e avaliações precisas para que não tenham de reduzir plantas ou demitir funcionários.

Mais um

Isabelle Drummond fará participação em Turma da Mônica – Lições, de Daniel Rezende. A produção da Biônica Filmes, em coprodução com Mauricio de Sousa Produções, Paris Entretenimento, Paramount Pictures e Globo Filmes, está sendo rodada em Poços de Caldas, Minas.

O longa tem previsão de estreia para dezembro, com distribuição da Paris Filmes e Downtown Filmes.

Retomada

A exposição Sempre Gay vai reestrear na galeria Transarte, de Maria Bononi e Maria Helena Perez. “Nós vamos reabrir em fevereiro porque foi um sucesso muito grande no ano passado”, diz Maria Helena.

Não gostou

Rolando Boldrin, que levou o troféu de melhor profissional na categoria popular e tradicional, no Prêmio Estado de São Paulo para as Artes – anteontem, no Palácio dos Bandeirantes –, posicionou-se contra a reunião de Bolsonaro com sertanejos, ocorrida poucas horas antes. “Isso faz parte de uma estratégia populista”, afirma.

Para o apresentador, o presidente se alinha “a artistas popularescos, ou bregas, por ser populista”. E conclui: “Sou contra esse gênero musical de alto consumo. Eu sou do Brasil.”

Mais Da Vinci

Marcos Mendonça, do MIS – também presente ao evento –, está tentando prorrogar a exposição Da Vinci – 500 Anos de um Gênio, que vai até 1º de março. Para tanto, já negocia com o grupo Grande Exhibitions, idealizador da mostra. “Nesta semana, batemos mais de 302 mil pessoas. Foi um fenômeno”, diz o diretor-geral do MIS, que concorreu na categoria museus, equipamentos e centros culturais.

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