Sondado por ala do PSL, estrategista americano propõe um ‘Jair paz e amor’

Sonia Racy

11 Setembro 2018 | 01h00

JAIR BOLSONARO

JAIR BOLSONARO. FOTO: IGO ESTRELA/ESTADÃO

Arick Wierson, que ajudou a eleger Michael Bloomberg em NY, defende que Bolsonaro abandone o discurso agressivo e escreva, do leito do hospital, uma carta à Nação deixando claro que apoia a democracia e que não levará ao Planalto uma agenda racista e homofóbica. Algo parecido com o que Lula fez em 2002.

Foram integrantes do PSL que procuraram o estrategista político americano. Segundo fonte da coluna, o contato, feito por alguém da ala do “quase vice” Luiz Philippe de Orleans e Bragança, tem como objetivo combater a rejeição de Bolsonaro.

O marqueteiro propõe ainda personalizar a campanha usando o nome “Jair” – um sujeito amigo, hospitalizado e nem tão durão. A mudança de tom é condição para que Wierson entre na campanha.

A proposta foi bem recebida por Eduardo Bolsonaro – mas encontra resistência no grupo do general Mourão.

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