Agrishow

Agrishow

Direto da Fonte

03 de fevereiro de 2015 | 01h10

Foto: Wenderson Araújo

Ao se virar para ficar frente a frente com o noivo, Moisés Gomes, Kátia Abreu dobrou, sem querer, a cauda de seu vestido assinado pela estilista Wanda Borges. Na primeira fila de convidados, Dilma– que chegou 15 minutos antes da cerimônia – percebeu e cochichou para Gleisi Hoffmann, que estava a seu lado. “Precisa avisar o cerimonial. Um vestido bonito assim não pode ficar com a cauda dobrada.” Mas, antes mesmo do aviso, o estafe entrou em ação e resolveu o problema.

Sem sinal de celular, nenhum dos cerca de 150 convidados – entre os quais nenhum ruralista – conseguiu acompanhar, em tempo real, a vitória de Eduardo Cunha na Câmara. O resultado só foi confirmado 40 minutos depois de a celebração ter começado, quando Michel Temer chegou à festa. Apesar da turbulência política, Dilma, segundo um dos presentes, parecia calma e tranquila. Até posou para fotos. E quem dela se aproximava recebia um simpático aperto de mão.

A presidente parecia mais magra do que no dia da posse, graças à dieta Ravena – que vem sendo seguida também por Kátia. Prova disso é que repetiu o vestido roxo usado no ano passado, quando foi madrinha do casamento de Eduardo Mendonça, enteado de Jaques Wagner.

Entre convidados, José Sarney se queixava por estar sozinho – dona Marly continua dependendo da cadeira de rodas. E contou que, apesar do fim de seu mandato no Senado, tem recebido pouquíssimos telefonemas – e ressaltou que Lula é um dos poucos que ligam quase que diariamente.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.