“Agora um presidente olha por nós”, diz presidente da Federação Israelita

“Agora um presidente olha por nós”, diz presidente da Federação Israelita

Sonia Racy

27 de dezembro de 2019 | 00h40

Luiz Kignel, presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo, faz um balanço positivo do primeiro ano do governo Bolsonaro. “Agora um presidente olha por nós”. São 120 mil judeus no Brasil, sendo 60% no Estado. Conta que a comunidade judaica sempre teve “relações institucionais” com os presidentes da República – cita Dilma, Temer, FHC e lembra que Lula esteve em Israel.

Mas reclama: “Fomos ignorados pelos governos de esquerda na pauta antissemita. Nunca fomos respeitados como minoria”.

Ver e ser visto

Kignel, a caminho do seu segundo mandato na federação, já teve encontros com o presidente mas nega que os judeus tenham “acesso livre”. Atribui a proximidade ao trabalho de assistência social da Fisesp e prestigiado pela primeira-dama Michele.

JOÃO DORIA, ROMERO BRITTO E BIA DORIA. FOTO: TIAGO QUEIROZ

A quatro mãos

Em Miami, onde Bia e João Doria celebraram o Natal em família, o artista plástico Romero Britto confraternizou com o casal. E acabou celebrando os 20 anos de amizade pintando uma escultura de Bia. É a primeira vez que ele faz esse tipo de parceria.

O governador retorna dos EUA após o réveillon.

Deixa multar

Marina Silva aponta como um dos erros do governo Bolsonaro, na política ambiental, “não deixar os fiscais do Ibama e do ICMBio multarem”. Em entrevista que vai ao ar no canal do youtuber Marcelo Bonfá, a ex-ministra do Meio Ambiente alerta que não se trata de estimular uma indústria da multa.

Ela recorre a dados das queimadas no país e do desmatamento da Amazônia. “É um aumento assustador”.

Versão brasileira

Depois de estrear na Itália, no Teatro Arqueológico de Fiesole, em julho deste ano, o músico, diretor e dramaturgo brasileiro Adrian Steinway montará em São Paulo, em abril, o espetáculo Leonardo, o Musical.

A montagem retrata a vida e obra de Leonardo da Vinci e conta com a a cantora Fortuna, como a mãe de Da Vinci. O músico Felipe Grytz fica à frente da orquestração.

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