‘Agora é vida nova’

‘Agora é vida nova’

Sonia Racy

18 de novembro de 2014 | 01h20

Foto: Iara Morselli/Estadão

Walter Torre conta os minutos para a inauguração oficial do Allianz Parque – que acontece amanhã, com o jogo entre Palmeiras e Sport. O dono da WTorre conversou sobre os pontos altos do sistema de vigilância do estádio e também sobre o que espera da próxima administração palmeirense.

Quais as novidades em segurança da nova arena?
Tem muita coisa diferente, mas eu sou fã do sistema de monitoramento da torcida. São 190 câmeras no total, mas 13 delas de alta definição.

Ficam “de olho” nos arruaceiros de plantão?
Mais do que isso. Elas têm um software que reconhece movimentos fora do padrão, como socos, cadeiras sendo quebradas etc. Quando identificam o baderneiro, focam nele e as imagens podem ser enviadas para os telões da arena.

Para intimidar?
Isso. E para sabermos de quem cobrar por eventuais prejuízos ao estádio. Fora que o sistema inteiro de câmeras faz reconhecimento facial de todos os torcedores que entram na arena. Queremos mudar a forma como a torcida se comporta, até porque fizemos esse projeto para as famílias, para que os pais possam ir ao estádio com seus filhos em completa segurança.

O que está previsto na festa que antecede o jogo de amanhã, reinauguração da arena?
De nossa parte, teremos um espetáculo bonito com fogos de artifício e também colocaremos nos telões um vídeo muito bacana sobre o novo estádio e o clube.

O relacionamento entre WTorre e Palmeiras não é dos melhores há bastante tempo. O que pode mudar com as eleições no clube, que acontecem no fim do ano?
Para nós, não importa quem vença. O essencial é que o vitorioso, seja quem for, enxergue na arena um negócio rentável, que gera lucro para a instituição Palmeiras. E, por isso mesmo, tem de ser bem administrado. O que nós queremos é que a gestão seja profissionalizada. É um momento muito importante para o clube. /DANIEL JAPIASSU

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.