Ações e pipoca

Sonia Racy

12 de junho de 2010 | 06h07

O que aconteceu ontem pela manhã, durante o primeiro jogo da Copa – África do Sul contra México – dá dimensão do tamanho da paralisação eminente do Brasil no Mundial: haviam poucos empresarios e integrantes do mercado financeiro trabalhando.

Os bancos se adiantaram e vão dispensar seu pessoal no dia da estreia brasileira. As bolsas, não.

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