Abrão… o guardião

Sonia Racy

14 de outubro de 2010 | 23h11

O pedido de indenização de Dilma Rousseff feito em 2002 à Comissão de Anistia está hoje na mesa do presidente da comissão, Paulo Abrão. O que foi fazer lá visto que o processo havia sido suspenso em 2007? Segundo a assessoria do Ministério da Justiça, migrou por uma questão de segurança. O argumento é de que pelo setor, onde ficam os documentos destinados à análise para concessão de anistia, passam mais de 100 pessoas por dia. E assim pode haver… vazamento.

A papelada foi deslocada em fevereiro, pouco antes da então ministra se desincompatibilizar para concorrer à Presidência. O arquivo detalha a vida de Dilma durante o período militar e reivindica reparos econômicos pelo período em que foi perseguida.

Quanto ela pede? O ministério não soube informar.

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